Elaboração e revisão de contratos empresariais, societários e comerciais, com atenção nas cláusulas que ninguém lê até o conflito acontecer.
Modelo baixado da internet, cláusula copiada de outro contrato, ausência de previsão para o que der errado. O problema aparece quando a relação já azedou e o texto não protege ninguém.
Texto padrão que não reflete o que foi de fato negociado entre as partes.
Ausência de regra clara sobre multa, prazo de aviso e consequências de rescisão antecipada.
Cláusulas que expõem a empresa ou os sócios a responsabilidade além do que deveria ser assumido.
Entendimento do que foi combinado entre as partes antes de qualquer linha ser escrita.
Atenção especial em objeto, prazo, valores, rescisão, multa e responsabilidades.
Quando necessário, participação direta na negociação dos pontos de divergência.
Contrato final acompanhado de explicação objetiva sobre o que cada cláusula protege.
Acordos de sócios, alteração contratual e definição de regras de entrada e saída do quadro societário.
Contratos entre empresa e prestador, com escopo, prazo e responsabilidades bem definidos.
Relações de compra e venda recorrente, com regras claras de entrega, pagamento e penalidades.
Proteção de informação sensível trocada antes ou durante uma negociação comercial.
Vale revisar principalmente as cláusulas de rescisão, multa e responsabilidade. É onde a maioria dos contratos genéricos falha, e é justamente o que aparece quando a relação já deu errado.
Depende da complexidade e de quantas rodadas de negociação com a contraparte forem necessárias. Isso é definido logo na primeira conversa, depois de entender o caso.
Sim, quando faz sentido para o caso. Em muitas situações, ter o advogado presente na negociação evita que pontos críticos fiquem em aberto no texto final.